
A próxima aventura pode ser um momento de vocês.
Depois de conhecer a Pigúiça por aqui, descubra a história que deu origem ao seu mundo. Veja as ilustrações, leia o começo e escolha um livro para compartilhar com a criança, uma página de cada vez.
Procurando adivinhas de contos de fadas para crianças? Aqui estão 20, com a resposta ao lado, sobre princesas, lobo, bruxa, castelo, dragão, sapo e varinha mágica, além da Pigúiça e do Fofuxo no Jardim Mágico. Elas estão separadas por idade, para você começar com pistas bem simples e subir um degrau quando a criança pedir mais.
As 20 adivinhas de contos de fadas
Leia a adivinha devagar, com voz de mistério, e dê um tempinho para a criança pensar. Se ela travar, repita a pista mais importante ou faça um gesto: uma coroa na cabeça, um uivo, um pulinho de sapo. Acertar com ajuda também vale como vitória.
3 e 4 anos
- Uso uma coroa que brilha e moro num castelo. Quem sou eu? A princesa.
- Tenho orelhas grandes, dentes pontudos e soprei a casinha do porquinho. Quem sou eu? O lobo.
- Moro na lagoa, faço «croac» e pulo de pedra em pedra. Quem sou eu? O sapo.
- Quando alguém me balança no ar, saem estrelinhas e a mágica acontece. O que sou eu? A varinha mágica.
- Sou uma filhotinha husky de olhos azuis e vivo no Jardim Mágico. Quem sou eu? A Pigúiça.
- Sou grande, tenho asas e solto fogo pela boca nas histórias. Quem sou eu? O dragão.
5 e 6 anos
- Tenho paredes de pedra, torres bem altas e uma ponte que sobe e desce. O que sou eu? O castelo.
- Uso chapéu pontudo, voo de vassoura e mexo a poção no caldeirão. Quem sou eu? A bruxa.
- Sou o melhor amigo da Pigúiça e brinco com ela entre as flores do Jardim Mágico. Quem sou eu? O Fofuxo.
- Levei doces para a vovó e encontrei o lobo na floresta. Quem sou eu? A Chapeuzinho Vermelho.
- Sou laranja e redonda, e a fada madrinha me transformou em carruagem. O que sou eu? A abóbora.
- A madrasta me pergunta quem é a mais bela do reino, e eu sempre respondo. O que sou eu? O espelho mágico.
- Fiquei na escada do baile quando a princesa saiu correndo à meia-noite. O que sou eu? O sapatinho de cristal.
7 e 8 anos
- Moro na floresta com sete amigos baixinhos que trabalham na mina e como uma maçã enfeitiçada. Quem sou eu? A Branca de Neve.
- Furei o dedo numa roca e dormi cem anos até um beijo me acordar. Quem sou eu? A Bela Adormecida.
- Meu nariz cresce toda vez que eu conto uma mentira. Quem sou eu? O Pinóquio.
- Espalhamos migalhas de pão pela floresta para achar o caminho de volta, mas os passarinhos comeram tudo. Quem somos nós? João e Maria.
- Plantaram-me e cresci até as nuvens, onde mora um gigante. O que sou eu? O pé de feijão.
- Tenho cabelos tão longos que servem de escada, e vivo numa torre sem porta. Quem sou eu? A Rapunzel.
- Troquei minha voz por um par de pernas para ir conhecer o príncipe. Quem sou eu? A Pequena Sereia.
Como brincar com cada idade
Aos 3 e 4 anos, use só uma pista e deixe a criança responder com o corpo: fazer o uivo do lobo ou o pulo do sapo já é uma resposta. Repita a mesma adivinha quantas vezes ela pedir, porque repetir é o jeito de aprender.
Aos 5 e 6 anos, dê duas pistas, uma de cada vez. Primeiro o lugar (castelo, floresta, lagoa), depois o que o personagem faz. Essa conversa treina atenção e memória sem parecer lição.
Aos 7 e 8 anos, vale trocar de papel: a criança lê a adivinha e você adivinha, errando de propósito uma ou duas vezes. Ela adora corrigir o adulto, e ainda pratica leitura em voz alta.
Como adaptar e inventar as suas
Qualquer adivinha desta lista pode ser trocada por um personagem que a sua criança ama. Use sempre a mesma receita de três partes:
Primeiro, uma pista bem visível, como o lugar onde o personagem mora. Segundo, uma ação que só ele faz. Terceiro, a pergunta final: Quem sou eu? Para os menores, fique só nas duas primeiras partes e mostre um desenho ou um brinquedo.
Se quiser deixar mais fácil, troque o conto por algo do dia a dia da criança: o cachorro da família, o parquinho, a escola. Se quiser deixar mais difícil, esconda o nome do personagem e peça também o nome do conto.
Convide a criança a inventar a dela e anote as melhores num caderninho. Em pouco tempo, a família terá um livro de adivinhas só seu, e ele serve de presente para os avós.
Para continuar a brincadeira
Depois das adivinhas, os desenhos para colorir e imprimir grátis são uma pausa perfeita: a criança pinta o castelo ou o dragão que acabou de adivinhar. O jogo grátis da Pigúiça roda no navegador, sem cadastro e sem anúncios. E, para conhecer a husky de olhos azuis, leia quem é a Pigúiça.
Para a hora de dormir, o livro Dogavios, de Lucas dos Reis Arieme, leva a Pigúiça e seu amigo Fofuxo ao Jardim Mágico.
Perguntas frequentes
Com que idade a criança começa a acertar adivinhas?
Por volta dos 3 anos, quando as pistas são visuais e vêm com um gesto ou um desenho. A partir dos 5, ela já acompanha duas pistas em sequência. Comece simples e aumente o desafio aos poucos.
E se a criança não conhecer o conto da adivinha?
Sem problema. Conte o conto em duas ou três frases e depois repita a adivinha. Assim, a brincadeira vira uma porta de entrada para o conto, e a criança quer ouvir a história inteira.
Como evitar que a brincadeira vire cobrança?
Dê sempre a resposta com um sorriso se a criança travar e não faça placar. O objetivo é pensar junto e rir junto, não acertar tudo. Pare quando ela perder o interesse e retome em outro momento.

A próxima aventura pode ser um momento de vocês.
Depois de conhecer a Pigúiça por aqui, descubra a história que deu origem ao seu mundo. Veja as ilustrações, leia o começo e escolha um livro para compartilhar com a criança, uma página de cada vez.

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